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Imponente curro de toiros de Prudêncio marca a primeira de Abiúl

  • 2017-08-06 04:20
  • Autor: Solange Pinto
  • Autor da Foto: João Dinis


Realizou-se ontem à tarde, em Abiúl, o primeiro dos festejos inserido nas Festas do Bodo, do ano 2017.
Em praça, estiveram os cavaleiros Andy Cartagena, Manuel Telles Bastos e Marcos Bastinhas, acompanhados dos Forcados dos Grupos de Amadores de Évora e Aposento da Moita.
Lidou-se um imponente curro de toiros da ganadaria Casa Prudêncio, tendo o tauródromo mais antigo de Portugal, registado cerca de meia entrada forte.
CRÓNICA DA CORRIDA
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ASSIM ACOMPANHAMOS EM DIRECTO

Seria difícil eleger um triunfador para o primeiro dos festejos com palco em Abiúl.
Os três toureiros em cartel, exibiram factores comuns, na hora de enfrentar este compromisso nas Festas do Bodo. Vontade de agradar ao cônclave, que ali acorre, na ânsia de passar bons momentos junto da Festa Brava.

Havendo um triunfador, seria a entidade promotora da corrida. A seriedade imposta na cartelaria, já não passa discreta a ninguém e prova disso, é o imponente curro de toiros saído à arena, pertencente à Casa Prudêncio.

O terceiro dos astados foi o de lide mais complicada, resultando distraído e muito focado no que se passava 'além-tábuas', sendo que o quinto, teve qualidade, sendo mesmo o ganadeiro premiado com volta à arena.

Andy Cartagena repetiu pesença em Abiúl, por ter agradado na passada edição da Feira Taurina. Este ano, voltou a deixar ambiente, agradando em muito ao 'grande jurado'. Se no primeiro toiro do seu lote, fez as delícias do público, com o cite balanceado, no segundo, foi o seu cavalo que anda na vertical, o grande responsável pelo delírio do público. Andy, andou acertado na cravagem das bandarilhas, bem como no entendimento dos oponentes.

Manuel Telles Bastos andou também muito entregue a Abiúl. As suas duas prestações não tiveram escassez de quilates, sendo que desenvolveu duas exibições como bem sabe, com elegância, lides e brega na verdadeira acepção da palavra e bons curtos.

Marcos Bastinhas não foi mero espectador. O ferro da tarde foi dele. O primeiro curto da sua muito boa segunda actuação, fez levantar as bancadas, bem como o par de bandarilhas com que encerrou a função. Frente ao seu primeiro, teve de porfiar para contornar as dificuldades do complicado terceiro da ordem.
Repito: seis boas prestações, de nível e entrega.

No sector das jaquetas de ramagens, tudo decorreu com normalidade. Pelos de Évora, foram caras o cabo, João Pedro Oliveira, consumando à primeira tentativa, João Madeira, à segunda e Dinis Caeiro, à terceira.
No que toca aos do Aposento da Moita, consumaram pegas, Miguel Fernandes e Salvador Pinto Coelho, ao primeiro intento e João Ventura, ao segundo.
Dirigiu com acerto o Sr. Lourenço Luzio.

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