Este site utiliza cookies para lhe oferecer uma melhor experiência de navegação enquanto utilizador. A desactivação desta funcionalidade poderá impedir este site de funcionar correctamente. Ao continuar a visitar o nosso site, está a aceitar esta utilização de cookies.     [Aceitar e Fechar]
  • geral@touroeouro.com

Processo de Insolvência do Campo Pequeno sob suspeita (Com Vídeo)

  • 2019-05-10 23:25
  • Autor da Foto: D.R.


Família Borges denuncia concertação entre Opway e BCP

O programa ‘Sexta às 9’, de Sandra Felgueiras, concentrou na sua edição dada à estampa hoje à noite, na RTP, o caso ‘Insolvência da SRUPC’, numa ampla reportagem intitulada de ‘A Vingança’.

Na peça, a família Borges, diga-se, Dr. Henrique Borges (patriarca da família) e Dr. João Borges, denunciam ter havido uma concertação entre a credora Opway e um dos accionistas da SRUCP, de forma a arruinar a sua administração, constituída pela família Borges.

A reportagem, põe a nu, as ‘negociatas’ que deram origem a todo um processo que decretou a insolvência, sendo que, os Borges, dizem ainda ter havido cumplicidade entre Goes Ferreira e o BCP, de forma a colocar o banco como maioritário na proporção tutorial de poder dentro da administração e assim aniquilar por completo a família que sonhou todo o projecto.

A mesma família, diz ainda que houve promessa e ameaça de vingança, por parte da administração do Millennium BCP, prometendo levar os Borges à ruína, motivando assim uma queixa-crime por parte de Henrique e João Borges, junto do DCIAP…

Os responsáveis pela peça jornalística, contactou a Administradora de Insolvência em funções desde Maio de 2014, dizendo a mesma desconhecer em que ‘ponto’ está todo o processo, argumentando a jornalista, que, todos os detalhes são consultáveis, dando-os de resto à estampa neste ‘documentário’. Felgueiras chega mesmo a referir os honorários de Paula Mattamouros Resende (7.500 euros/ mês), e a não existência de propostas até ao momento, para compra da concessão do Campo Pequeno, facto que veio a ser comentado pela administradora, proferindo esta, declarações que davam conta, de que decorre um processo de venda, que ‘se tudo correr bem’, estará concluído até ao final do ano.

A família Borges, estimou um prazo de 12 anos para dar início ao encaixe de lucros, sendo que por essa premissa lhes ser privada, e pelo facto do contrato de concessão ser resolvido (válido até 2096), pede um reembolso/indemnização de 174 milhões de euros.