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Cavaleiros portugueses de projecção internacional com carreira difilcultada em Espanha

  • 2021-02-21 14:15


Número de corridas de rejoneo cai cerca de 75%

A crise na tauromaquia é transversal a todos os países onde se realizam espectáculos tauromáquicos, bem como é também transversal a todas as modalidades tauromáquicas, sendo que no entanto, os números mais trágicos, estão agregados às corridas de rejoneo.
Em Espanha, a diminuição de corridas de rejoneo tem sido gradual, sendo que desde o ano 2008 até aos tempos actuais, houve uma redução de espectáculos que se estima de 75%.
O rejoneo, em Espanha, viveu sempre uma dura e desigual competição com as corridas a pé e até mesmo as novilhadas. O desiquilibrio de números de corridas com toureio em equestre foi sempre uma nota dominante, assistindo-se na maioria dos casos, a uma média de 8 corridas de touros, uma novilhada e uma corrida de rejoneo, sendo um dos exemplos mais drásticos, o do mais importante tauródromo do mundo, Madrid, onde por exemplo, na Feira de Santo Isidro, há uma descrepância demasiado evidente: em 31 espctáculos, apenas 4 são com rejoneadores.
A tauromaquia contava até há bem pouco tempo, com a força dos 'pueblos', que por entre dois festejos, um era de rejoneo, ou até, em casos mais animadores, o único espectáculo tauromáquico realizado, era de rejoneo.
Com a crise pandémica por Covid-19, teme-se que estes números possam piorar e que desta forma, se complique o mercado de oportunidades, para os toureiros portugueses de projecção internacional e que viram sempre, as actuações no país vizinho, uma forma de descentralizar as as suas carreiras do nosso Portugal de curtas dimensões.
Longe vão os tempos em que Moura tinha tanta força taquillera como um matador de touros em plano de figura... agora os tempos são outros...
A próxima temporada está ainda mergulhada em incertezas, sendo certo sim, que continuarão os espectáculos sem lotações completas, o que complica as contas aos empresários, fazendo com que repensem quais as soluções mais rentáveis para as suas organizações. Neste caso surgirão, como bem se imagina, os rejoneadores espanhóis no topo dos interesses do país vizinho.

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