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Rui Fernandes e João Fouto Caldeira agridem equipa TouroeOuro

  • 2021-09-19 21:11


Ocorrência registou-se na sexta-feira, dia 17 de Setembro, nas imediações da Praça de Touros Daniel do Nascimento, na Moita

É com profundo lamento, sobretudo pela integridade que neste momento escasseia na Tauromaquia lusa, que damos esta notícia, de forma a terminar de vez com os boatos que circulam nos mentideros da Festa.

Na passada sexta-feira, dia 17 de Setembro, a equipa do TouroeOuro, sobretudo o repórter João Dinis, foi violentamente agredido pelo cavaleiro Rui Fernandes e seu cunhado, João Fouto Caldeira, nas imediações da Praça de Touros Daniel do Nascimento, na Moita, alegadamente por estarem descontentes com a rúbrica "DIRECTO" publicado no dia 16 de Setembro, durante o festejo da Moita, bem como a crónica sequente.

A GNR local, assistiu e acudiu prontamente ao acto de extrema violência, evitando que uma tragédia maior acontecesse, carregando sobre o cavaleiro e cunhado.
Além do ataque físico, foram proferidas ameaças verbais, de forma a incutir medo na equipa, que prontamente pediu que se identificassem todas as partes envolvidas no acto cobarde ali praticado.

Esclarecemos, que este acto foi premeditado e tanto assim é, que desde a madrugada do mesmo dia, entenda-se, depois da corrida na qual o cavaleiro e seu sobrinho actuaram, precisamente na Moita, sucederam-se chamadas e mensagens do cavaleiro para o repórter atrás citado, chegando mesmo a manter tom cordeal e amistoso, como de resto sempre aconteceu entre toda a equipa TouroeOuro e Rui Fernandes.

Chegados à Moita para levantar as acreditações de imprensa para cobertura da novilhada, o cavaleiro voltou a ligar, dizendo que gostaria de cumprimentar a equipa. Chegados ao local, perto da enfermaria do referido tauródromo, o cavaleiro, acompanhado do seu cunhado João Fouto Caldeira e o seu moço de espadas Marco Paiva (este último apenas a assistir ao "espectáculo"), começaram a agressão física. Refiro, que a agressão esteve a cargo de Rui Fernandes e João Fouto Caldeira.

Nota de esclarecimento:

O TouroeOuro, efectuou já todas as diligências legais ao seu dispôr, para que o caso siga todos os tramites judiciais, sendo que dispõe neste momento também, de um documento que coloca toda a equipa em alerta máximo perante as autoridades, "gozando" assim, do "Estatuto de Vítima".

Mais acrescentamos, que denunciamos públicamente este caso, para que outros escribas (emissores de opinião ou analistas de espectáculos tauromáquicos) sejam protegidos deste tipo de ataques, infelizmente não singulares por entre a tauromaquia lusa e infelizmente também, não exclusivos da nossa equipa.

Reforço o facto de termos apresentado queixa, por nos querermos constituir assistentes no processo. No entanto, não necessitaríamos de o fazer, devido ao facto de agressões a jornalistas, em pleno exercício do seu trabalho, serem considerados crimes públicos, como se poderá facilmente verificar na consulta ao art. 132º do Código Penal.

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