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Balanços da Temporada - Bandarilheiros/Subalternos

  • 2021-11-16 21:01
  • Autor: Solange Pinto


Os nomes mais destacados: Nuno Oliveira, Duarte Alegrete, João Pedro "Açoreano", João Ferreira e Filipe Gravito

Portugal e a sua tauromaquia, dão, por norma, inúmeros frutos no que aos toureiros de prata concerne…

Este facto pode ter, entre algumas outras, uma explicação que facilmente se perceberá. Por entre as muitas (face à dimensão do nosso país), escolas de toureio, houve muitos nomes que passaram pela aprendizagem de diversos mestres, ‘de cara’ a uma carreira sonhada como matador de toiros… Pelas dificuldades que todos conhecemos neste sector da tauromaquia, muitos dos alunos, acabam por, trocar o ouro pela prata, trazendo na bagagem, uma formação importante na hora de coadjuvar as quadrilhas que integram.

Este ano e trazendo já uma herança de épocas transactas, destaca-se por entre os seus pares, uma quadrilha, que pela segurança, descrição e coesão, faz de “si”, uma equipa de destaque e que à vez, derrama classe silenciosa, pelas muitas arenas do país. Nuno Oliveira e Duarte Alegrete, são eficazes, completam-se e é deles, o lugar top no que a quadrilha concerne (ao serviço de João Ribeiro Telles).

Analisadas individualidades ainda no campo da subalternidade, há um toureiro de prata, cujo nome terá de vir a lume. Além das capacidades e recursos técnicos, há um aspecto que deixou há muito de ser um pormenor, sobretudo porque não se verifica em todos os profissionais de prata. A forma como se apresenta em praça e o brio no traje que enverga quando aliados a outras características, fazem deste toureiro, um nome a ter em conta: João Pedro “Açoreano”.

No entanto e pese embora a prata, seja sempre a prata, seja em que tipo de funções se assumam estes toureiros, há que distinguir e já no campo dos “palos”, um nome importante, muito importante mesmo: João Ferreira, o bandarilheiro do momento, a largos passos de distância dos demais. Este toureiro, faz brilhar o tércio de bandarilhas e em Portugal, onde esteve, saudou de “montera en mano”, fazendo-nos dar relevo e importância àquele momento numa corrida de touros, prendendo até os mais distraídos.

Em perfeita ascensão e dando uma perspectiva de futuro assegurado, surge o nome de Filipe Gravito, como um bom intérprete da arte de bandarilhar.

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