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Balanços da Temporada - Forcados

  • 2021-11-21 21:49
  • Autor: Solange Pinto


Os mais destacados foram: Os habituais e... Académicos de Coimbra e David Solo (GFA Moita)

Os forcados, foram, são e enquanto houver tauromaquia, serão sempre o elo mais consensual por entre os agentes da Festa.

Os homens das jaquetas de ramagens, são a representação maior, do espírito de clã existente na tauromaquia e na vida.

Pese embora a vontade que muitos têm de envergar uma qualquer jaqueta, a verdade é que além do gosto pelo desafio dos limites, é necessário muito mais. A formação sabe-se, é o segredo de algo que se quer com qualidade, aumentando-se a possibilidade de sucesso, mas, mais ainda, diminuindo-se a possibilidade de lesões graves.

Este ano, tal como em todos os outros, houve grupos que mantiveram a costumeira regularidade que os “gravaram” ao longo dos tempos, como grupos de topo. De forma completamente aleatória, contam-se as habituais formações de Santarém, Montemor, Vila Franca, Alcochete, Évora e Aposento da Moita, como a nata da nata, sendo que, ao contrário, também os houve com prestações menos “luminosas”.

A pega do ano e deixando os “ataques elitistas” de que não nos alimentamos, pode bem ter sido, por entre outras, a que foi feita por David Solo, dos Amadores da Moita, naquela que foi a primeira corrida da Feira Taurina da Moita 2021.

Tudo isto estaria contado, se não houvesse um dado que consideramos de relevância maior.

O Grupo de Forcados Académicos de Coimbra, deu este ano, um novo colorido à tauromaquia, pisando o mais importante palco do país, triunfando de forma importante, chegando mesmo a ganhar o prémio em disputa nesse noite.

Este triunfo, aconteceu já depois, de uma não menos correcta, limpa e elegante passagem pela arena do Coliseu Figueirense.

Esta formação, foi, na nossa opinião, um ícone de classe, elegância e maneiras bonitas de quem enverga uma jaqueta. Um exemplo dado, no primeiro ano em que integraram a ANGF.

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