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Ganadeiros satisfeitos com a nova PAC que “não discrimina a raça brava”

  • 2021-11-24 19:37
  • Autor da Foto: D.R.


A União de Criadores de Touros de Lide de Espanha, realizou esta quarta-feira, uma conferência de imprensa, em que também participaram a Associação Portuguesa de Criadores de Touros de Lide, representada por Pedro Canas Vigouroux e a Associação Francesa de Touros Bravos, representada por Alexandre Virgile, onde se congratularam com as medidas aprovadas esta terça-feira, no Parlamento Europeu, sobre a nova Política Agrícola Comum (PAC), que irá regulamentar as políticas agrícolas europeias a partir de 1 de Janeiro de 2023.

Antonio Bañuelos, Presidente da União de Criadores de Touros de Lide de Espanha (UCTL), demonstrou-se bastante satisfeito com os resultados alcançados, sobretudo depois do chumbo a que foram votadas duas propostas de alteração de cariz animalista, apresentadas em Outubro de 2020, e que visavam retirar a raça brava de lide dos apoios à criação, numa medida que visava indirectamente atacar o sector taurino, que não recebe nem mais, nem menos, que um apoio semelhante a todas as raças autóctones, podendo mesmo considerar-se que esta seria uma medida discriminatória.

Esta PAC resultou de negociações encetadas em 2018, e em que os criadores de touros de raça brava de Espanha, Portugal e França se uniram, apresentado aos seus euro deputados diversas realidades sobre a situação das ganadarias e dos ganadeiros, que foram fundamentais para a rejeição a que foram votadas as duas propostas apresentadas por uma minoria de deputados, que teriam um impacto económico para o sector bravo “calculado em mais de 200 milhões de euros”, referem.

Antonio Bañuelos afirmou que a UCTL “tem trabalhado para todos os ganadeiros e tem conseguido generosamente salvar o campo bravo e, portanto, a viabilidade da tauromaquia."

Além do trabalho conjunto de modo a combater estas políticas que visam o exterminar da raça brava de lide, com o objectivo de atacar claramente a tauromaquia, o Presidente da UCTL salienta ainda que as três entidades coordenaram a assinatura de um manifesto histórico que tem sido apoiado pelas associações agrícolas mais relevantes dos três países “Uma PAC Verde não pode vetar uma pecuária mais sustentável”.

Os criadores da Bravo salvaguardam assim os seus direitos legítimos de receber ajuda europeia e de serem incluídos na PAC entre 2023-2027.

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